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Nascido em Gabú (Guiné-Bissau), muito cedo João Mota (Djon Motta) descobriu que tinha muito talento. De grupo ao grupo foi melhorando as suas qualidades de guitarrista.
Aqui fica a história da sua vida e do seu impacto universal.
BIOGRAFIA DE DJON MOTTA
No dia dos seus 14 anos, a sua irmã lhe ofereceu uma viola. Dessa prenda do aniversário, nasceu um guitarrista internacional. Mas antes, durante os primeiros anos da sua carreira musical -- enquanto amador -- Djon Motta fez parte de conjuntos como os Tenankoia, Tchokmond, Nô Pintcha, entre tantos outros da geração pós-independência. E na medida em que a sua experiência ia aumentando, Djon Motta foi subindo de "escalão". Sendo assim, ele integra a célebre Orquestra Super Mama Djombo com a qual permaneceu durante 3 anos, tendo-a deixado em 1981 para integrar o grupo N'Kassa Cobra. Devido às turbulências sociopolíticas que começaram a abalar a Guiné-Bissau no início dos anos 80, que também constituíam entrave à qualquer evolução musical, Djon Motta decidiu deixar o país a partir de 1985 na tentativa de descobrir novos horizontes. Em Lisboa, a primeira etapa da sua vivência europeia, Djon Motta trabalhou durante quase dois anos com o grande cantor cabo-verdiano Bana, o que resultado na gravação do disco GARDÉNIA. Mas foi em França que a carreira de Djon Motta se enriqueceu mais. Nas terras gaulesas Djon Motta trabalhou, entre outros, com artistas e grupos tais como o Cabo Verde Show, Cesária Évora, Sam Mangwana, Manu Dibango, os Toure Kunda, Fred Lazer, Salif Keita, Sally Niolo e o grupo Kaliman. E em 1991, Djon Motta começa a trabalhar com a cantora beninense Angélique Kidjo. Esse encontro levou-o a cruzar e compartilhar experiências com artistas de grande renome internacional tais como Carlos Santana, a Banda de Dave Matthews, Josh Groban, Ziggy Marley, Peter Gabriel, Josh Stone, Alicia Keys, Brandford Marsalis, para citar poucos. Actualmente, Djon Motta está a preparar o seu primeiro álbum a solo, fruto de muitos anos de experiência, de muitos encontros musicais, e de tantas memórias que remontam dos tempos de antigamente até os dias de hoje. Se houvesse uma tal expressão, diriamos que Djon Motta é um guitarrista com "dedos de ouro", um tributo bem merecido para um músico de grande referência internacional. Que o digam décadas de participações na arte de tocar a guitarra.
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